((º·.¸(¨*·.¸*Pumpkin Juice* ¸.·*¨)¸.·º ))


*Qualquer que seja o seu sonho...*

 

 

Dia desses estava vendo televisão, quando me deparei com a propaganda da Johnnie Walker: uma árvore, cujas raízes vão se levantando da terra e ela vai caminhando, passa por um rio, e no final, a cena acima, com o slogan: “'Whatever your dream, keep walking” (Qualquer que seja o seu sonho, continue andando).

 

Tá, que o slogan da marca é justamente “keep walking”, mas não me conformei. Perguntei pro Marido Antonio:

 

- Por que o sonho da árvore era andar?

- Porque era o sonho dela, ué?!

- Por que ela não sonhou em voar, em nadar, sei lá? Por que justamente andar?

- Ela sonha o que ela quer... deixa ela sonhar em andar! Você não sonha? Qual é o seu sonho?

 

Não respondi. Fiquei quieta pensando. Se você me perguntasse há 20 anos atrás, eu diria que era ser veterinária. Há 15, casar com o Marido. Há 10, era ser juíza (desisti desse...). Há 5, ter um filho. E hoje? Não sei se tenho mais “sonhos”...

 

Tenho aspirações, que podem ser realizadas, como morar numa chácara, viajar pra Europa, pro Egito... O mais próximo de “sonho” que eu tenho é ser promotora de justiça, mas não sei se sinto isso como um "sonho".

 

Será que é isso que acontece quando viramos “gente grande”, nós deixamos de sonhar? Sempre tive complexo de Peter Pan, nunca quis virar adulta, e acho que hoje entendo porque.... Fiquei triste por não ter mais sonhos...

 

Então decidi deixar a árvore em paz, porque pelo menos ela sonha em andar....



Escrito por Endora* às 14h38
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*Santo Anjo do Senhor,

Meu zeloso guardador*

 

  

“Era uma vez uma garotinha de 5 anos, muito sapeca e curiosa, que um dia, foi com os pais a um sítio.

 

As crianças resolveram explorar o lugar e logo acharam uma cerca e não hesitaram em ultrapassá-la. Do outro lado (onde a grama sempre é mais verde), encontraram um patinho, e todas as crianças tentaram pegá-lo, mas o esperto, saiu correndo.

 

A menininha curiosa ia à frente dos outros, quase pegando o patinho, quando de repente, pisou em um monte de papelões e caiu.  

 

Caiu, caiu, caiu, como em um sonho.... encolheu-se e continuou caindo, por intermináveis segundos. De repente, bateu na água, e no impulso, segurou firme nos tijolinhos do poço (que ela não sabia que era).

 

As crianças voltaram correndo para avisar os adultos, que saíram desesperados para socorrer a menininha.

 

O grande problema era como tirá-la do poço? Lembrem-se que essa história aconteceu há muitos e muitos anos atrás, e não havia celular, nem sequer um telefone convencional para que se chamassem ajuda, tampouco haviam cordas no local...

 

O pai da garotinha chamava por ela, mas ela não respondia, com medo de que qualquer movimento fizesse com que ela caísse, o que deu a certeza ao desolado pai que a filha havia morrido.

 

Do nada, surgiu um homem negro, todo vestido de azul claro, com uma corda azul também e falou ao pai da menininha que iria tirá-la de lá, para afastar a mãe que estava muito nervosa e ficar tranqüilo, que tudo iria dar certo.

 

O homem entrou no poço descendo pela corda, amarrou a menina que foi içada pelo pai. Desabalados, os pais a levaram ao hospital, mas nada de grave sofreu, apenas um torcicolo, algumas escoriações nas costas e um pulso aberto.

 

Logo depois, o pai da menina voltou ao local para agradecer e gratificar o homem que salvou a vida de sua filha, mas ninguém o conhecia, ninguém o viu chegar nem partir...

 

E assim termina a história, com a menininha curiosa salva por um anjo...”

 

Faz tempo que eu queria contar essa história, mas sempre esquecia... Da onde eu tirei? Das minhas memórias. A menininha sou eu, e a queda no poço de 22 metros de altura e 1,5m de água aconteceu no distante 10 de junho de 1979, e a única certeza que tenho é que vivenciei um milagre, um resgate feito pelo meu anjo da guarda..... só espero que a Isa não puxe pra mãe e dê tanto trabalho pro anjo dela....



Escrito por Endora* às 13h08
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*Conversinha rápida*

 

-Isa, quer um irmãozinho?

 

-Não.

 

-E uma irmãzinha?

 

-Não!

 

-Você não quer um nenê?

 

-NÃÃÃO!!!

 

Então tá....

 

Minha futura craque do Palmeiras (tem mais no Fotoblog)



Escrito por Endora* às 19h15
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*Por enquanto, só no pensamento...*

 

Estou ficando um tantinho preocupada..... Ultimamente ando tendo um pensamento muito recorrente...

 

Não sei se é porque várias amigas minhas (com filhos mais ou menos da idade da Isa) resolveram ter o segundo bebê, ou se ando visitando muito recém nascido nas últimas semanas, mas o fato é que tenho pensado bastante em ter outro bebê.

 

To com saudade da Isa cotoquinha, miudinha, aquele chorinho de bebê novinho...

 

Agorinha mesmo entrei no site do HC, fucei, fucei, mandei um email pra saber como é o procedimento, no nosso caso, que já somos pacientes...

 

Mas ao mesmo tempo em que me empolgo com isso, também tenho muito medo... Será que eu dou conta de passar por tudo de novo? Idas pra Ribeirão, injeções e mais injeções, duas semanas de angústia pra fazer o exame de gravidez.... E se não der certo?

 

E se vierem 2? Ou 3? Onde vou enfiar toda essa gente? Nossa casa só tem 2 quartos, é pequena!

 

E se a Isa ficar com ciúmes? E se ela começar a regredir por conta disso?

 

Por outro lado, brinco que é a chance de compensar minhas frustrações... quem sabe eu consiga um parto normal, consiga amamentar e o segundo bebê seja mais apegado comigo do que com o pai...

 

Sim, porque a Isa é um nojo com o pai. Não tenho vergonha de falar, morro de ciúmes. Se ela está só comigo é um amor, um doce, super carinhosa, mas se o pai está perto, ela nem lembra que eu existo... é um tal de “cóinho papai” daqui, “papaiinho” de lá.... argh!!!!

 

Então.. to pensando... pensando... por enquanto, só pensando...



Escrito por Endora* às 13h51
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*Filosofia de feriado*

 

 

Vez ou outra entro em crise existencial... Aquela história “de onde viemos, pra onde vamos”...

 

Estava Assistindo o Canal A&E Mundo, a um programa que eu adoro "Cold Cases Files" (Arquivos de Casos Policiais não solucionados), e teve um que me chamou a atenção.

 

Em 1990 um garotinho de 2 anos morreu, de traumatismo craniano. A babá cuidava dele e de outras crianças na casa dela, e ela alegou que ele caiu da escada . Como não houveram evidências suficientes, na época, o caso foi arquivado como acidente.

 

Oito anos depois, uma mãe, apesar de estar receosa com a história anterior, mas por tratar-se de uma cidade pequena, onde não havia mais nenhuma babá disponível, deixou a filhinha de apenas 3 meses com a mulher, pois precisava trabalhar.

 

Na hora do almoço, recebeu um telefonema que a filha estava no hospital. O bebê faleceu de parada respiratória.

 

Foi o bastante para que o Ministério Público e os serviços de proteção à criança começassem a investigar, inclusive a morte anterior. Foi feita a reconstituição de ambos os casos e até a exumação do corpo do menininho de 2 anos.

 

Com isso, descobriu-se que o crânio tinha rachaduras incompatíveis com uma mera queda, a não ser que fosse de um prédio. Era a evidência de que ele havia sido empurrado.

 

Depois de horas de interrogatório, a babá confessou que empurrou o menino da escada e foi condenada a 20 anos de prisão, se não me engano.

 

Já com relação ao bebê de 3 meses, foi diagnosticado a SMS (Síndrome da Morte Súbita), o terror de todas as mães, quando o bebê simplesmente morre dormindo.

 

Aí, já fui eu filosofar acerca do sentido da vida. Por que aquela menininha de apenas 3 meses morreu de repente, do nada, justo no primeiro dia com a babá? Era a missão dela chamar a atenção, mostrar que ali tinha sido cometido um crime? Por que nascer e viver tão pouco tempo?

 

Já mencionei em outro post que eu fiz TVP (Terapia de Vidas Passadas). Descobri coisas muito interessantes, relacionamentos que cultivo desde quando minha alma era nova, situações que explicam com quem e como vivo hoje, e sinceramente, isso me deu um alento de saber que tudo que se planta colhe. Hoje, amanhã ou depois. Mas o retorno é certo.

 

Eu não questiono nem discuto crenças religiosas, mas fico pensando, se não houver um motivo maior, qual o nexo da nossa existência? Nascer, viver, morrer e acabar tudo? Não gosto de pensar assim, me desanima imaginar que nada tem um objetivo.... prefiro continuar acreditando que todos temos metas, tarefas a cumprir, situações para viver, carmas a resgatar e pessoas amadas a reencontrar....

 

Hum... filosofia de fim de feriado.... outro dia eu continuo viajando mais na maionese...



Escrito por Endora* às 21h42
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*Julgamentos*

 

Na revista Pais e Filhos deste mês, uma notinha que eu achei extremamente dispensável, sobre a Britney Spears... Clique *AQUI* para ler.

 

Eu vi as fotos numa revista. Ela virou o pé e se desequilibrou. Uma boa mãe não pode virar o pé, claro! Isso mostra que ela é totalmente irresponsável!

 

Atire a primeira chupeta quem nunca andou com o filho num braço e qualquer outra coisa no outro. Agora, ela é uma mãe má porque tropeçou? Tudo bem, no caso do carro eu concordo que foi uma baita irresponsabilidade, mas por causa disso, tudo que ela faz agora é motivo de julgamento?

 

Não tenho nada contra, nem a favor da Britney, mas fiquei com dó dela. Em outra foto, está ela sentada com o bebê no colo, com a cara inchada de chorar.... Além do susto, ainda tem que ser julgada. Já enche o saco mães, sogros e toda uma tropa de gente dando pitaco em como devemos cuidar dos nossos filhos, imagina desconhecidos julgando você...

 

Bom, mas esse foi só aperitivo do post. Eu, a “nível de mim”, também tenho crises maternais.

 

Marido Antonio é um excelente pai. Com um único (e enorme) defeito.

 

Ontem ele me falou que está na dúvida se devemos colocar a Isa na escolinha ano que vem. Faz séculos que combinamos. Se está na hora? Bom, pra ele, quando ela estiver entre 15 e 16 anos vai ser a hora ideal...

 

A Isa vive praticamente só com adultos... precisa conviver com outros pimpolhos, desenvolver noções de socialidade, integração... Ela é um doce de criança, todo mundo que a conhece concorda. Mas perto do pai ela se transforma. É birrenta, teimosa, chiliquenta...

 

Ela já descobriu que ele faz sempre tudo que ela quer. Ele não fala não, a não ser que Isa esteja prestes a se jogar da janela. E ainda assim, vai ser “não pode filhinha...”

 

Quando está comigo, a Isa não dá um pingo de trabalho. Com os avós também. Mas bastou o pai estar perto e pronto. Parece mágica.

 

Ontem ela começou a teimar com a história do cavalinho de novo (contei em um post aí pra trás), olhava pra mim e ficava de pé, balançando. Claro, o pai estava junto, e ela lá, fazendo a maior graça.

 

Avisei que iria tirar o cavalinho se ela não parasse. Ela não parou e eu tirei o cavalinho. Ela teve um ataque histérico, daqueles lindos, de se jogar no chão, espernear e gritar.

 

Marido Antonio brigou comigo pra eu devolver o cavalinho. Devolvi, e chorei de raiva. Todo mundo viu que ele estava errado, minha sogra falou pra ele, mas ele se justifica falando que quer que ela o ame, que não pode ver ela chorar....

 

Eu já cansei de explicar: falar sim pra tudo não é demonstração de amor. Ela vai crescer achando que o mundo gira em torno dela e das suas vontades, e a vida, definitivamente, não é assim.

 

E pior ainda é ele desmandar tudo o que eu faço. Desanima. Parece que eu sou a Cruela Cruel da história.... E estou prestes a cometer "maridocídio"....

 

**EDIÇÃO DO POST: Parece que a ficha dele começou a cair e hoje está tendo outra postura... A Isa acabou de ter um ataque agora no jantar, porque queria porque queria ficar no colo dele ao invés do cadeirão, mas ele não deixou.... bom, parece que nem tudo está perdido....



Escrito por Endora* às 14h22
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*A Copa do Mundo é nossa*

 

 

Hoje começa a Copa do Mundo. Tempo de torcer pro Brasil e relembrar as taças já ganhas...

 

Se eu falar da Copa de 94, tenho certeza que você vai se lembrar do Baggio fazendo uma “jornada nas estrelas” e chutando o pênalti pra fora, mas eu me lembro, imediatamente, de um outro jogo. Estados Unidos X Suíça, no dia 18 de junho.

 

Aquele era um sábado como outro qualquer. Eu estava assistindo Melrose Place, enquanto meu pai dormia no sofá da sala. Quando ele acordou, perguntou o que estava acontecendo no episódio (sim, meu pai assistia Melrose comigo...risos), e ficamos conversando...

 

Ele foi tomar banho, porque ia numa festa com a minha mãe, e, quando estava quase de saída, me pediu pra acabar de assistir ao jogo (EUA X Suíça) e depois contar o resultado pra ele... Antes de sair, apertei as bochechas dele, fazendo “fofiiiiiiiiinho” (uma coisa nossa), ele sorriu, se despediu e foi se divertir com a minha mãe.

 

Foi a última vez em que vi meu pai vivo.

 

Eu nunca comentei aqui como foi a morte do meu pai. Pois é. Foi bem simples: ele foi a uma festa e teve um infarto fulminante.

 

Por isso, quando se fala em Copa do Mundo, impossível eu não relembrar desses momentos. Impossível não lembrar que pensei: “saco, vou ter que ficar assistindo esse jogo chato, só pra falar o resultado pro meu pai”. Impossível não lembrar quando recebi a notícia, dada pela minha vizinha: “Eu vou ter que te contar uma coisa, e não tem um jeito mais suave de falar. Seu pai. Teve um infarto. Foi fulminante...”

 

Impossível não lembrar que fiquei em estado de choque, sem reação, sem conseguir entender aquelas palavras. Impossível não reviver os momentos em que via meu pai ali deitado naquele caixão, sabendo que não o veria mais...

 

Impossível não pensar que ele não estava presente no meu casamento, na minha formatura, no nascimento da Isadora.... Impossível não imaginar como seria se ele estivesse aqui, mimando a neta, se vestindo de Papai Noel no Natal, como fez pra mim um dia....

 

Impossível... Apesar de saber que as coisas sempre são como devem ser, e (sem entrar no mérito das crenças) que eu acredito, por várias razões, que um dos motivos da Isadora hoje estar aqui é justamente o meu pai não estar mais, dói a ausência dele.

 

E, infelizmente, em ano de Copa, dói mais ainda... E nessa, bem no dia 18 tem jogo do Brasil... O jeito é torcer, como meu pai faria....



Escrito por Endora* às 08h17
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*Técnicas*

 

Eu adorei a batata do post abaixo porque a gente acaba fazendo uma auto análise... no começo, achei que não fosse conseguir. Imagina, escrever 80 coisas sobre mim! Mas depois das primeiras, a coisa deslancha e 80 fica sendo um número pequeno...  e o mais legal é que depois, a gente se surpreende consigo mesmo quando relê....

 

Eu odeio acordar cedo e odeio mais ainda que me acordem. Meu mau humor de manhã é crônico. Desde sempre. Fui pra escola com 5 anos, fui no período da manhã e um mês depois a tia chamou a minha mãe pra me passar pra tarde, porque eu dormia na classe....

 

No colegial, meu pai me acordava às 6 horas, eu levantava correndo, me trocava e voltava pra cama, nem café da manhã eu tomava. Ele só vinha me chamar quando estávamos de saída pro colégio....

 

Quando madrugava pra trabalhar, eu podia até levantar às 7 horas, mas acordar mesmo, era lá pelas 10... eram 3 horas no automático, de cara fechada....

 

Pra mim, não existe coisa mais irritante que alguém abrindo a janela e me falando “Bom dia!!!”. Bom dia por quê???? Meu dia já começou péssimo, com alguém me acordando!

 

Sabendo disso, Mario Antonio só me acorda se for estritamente necessário. Mas de uns fins de semana pra cá, ele arrumou uma nova técnica.

 

Sábado e domingo são meu “dias de folga”. A Isa acorda e ele levanta, leva a mamadeira, dá banho, troca, e fica brincando com ela, enquanto eu fico dormindo.

 

Bom, isso era antes. Agora a Isa começa a me chamar. E ele, “comovido” com a criancinha, o que faz? Abre a porta do quarto e fala pra ela: “Vai lá dar um beijo na mamãe!”. Ela corre, vai na beira da cama e fala “Mamãe!” e vem me dar um beijo....

 

Que delícia!!!!

 

Hum.... Desconfio que essa seja uma técnica pra eu não ficar mau-humorada porque me acordaram...

 

Boa semana!!!



Escrito por Endora* às 09h03
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*80 coisas sobre mim*

 

 

Acordo de mau-humor, sempre. Acredito em fadas e duendes. Sou filha única. Adoro tomar banho bem quente. Meu namorado da adolescência tinha o apelido de Maionese. Casei com ele. Amo cheirar o chulé da Isadora. Sou bagunceira. Vivo de prazos e horários. Tenho saudade da minha infância, muita. Me irrito com as coisas mais bestas do mundo. Não nasci pra Amélia. Acabei de conquistar meu primeiro carro zero. Tenho medo de pensar no futuro. Nasci na hora do almoço, num domingo. Sempre quis ter uma menina. Minha vida toda achei que fosse ser veterinária. Não morro sem antes conhecer o Egito. Morro de ciúmes da Isadora, até com o pai. Não posso ter cartão de crédito, que gasto sempre demais. Sonho em morar em Arraial do Cabo. Ou na Europa. Tenho amizades de adolescência, que cultivo com muito carinho, até hoje. Sou pé-de-chumbo, adoro acelerar. Nunca tenho roupa. Ou eu acho que não tenho. Respeito a religião do próximo, desde que respeitem minhas crenças. Sou palmeirense, desde que nasci. Fico 90% do tempo que estou em casa no meu quarto. Adoro comida árabe, japonesa e pizza. Sou viciada em séries de TV. Leio vários livros ao mesmo tempo. Tenho piercing no umbigo. Ainda vou criar coragem e tatuar o nome da Isadora em árabe. Adoro tempo frio. Sonho em brincar na neve. Se pudesse, levaria todos os cães e gatos de rua pra minha casa. Amo dançar, mas às vezes fico com preguiça de ir na aula. Me apaixonei por scrapbooking. Amo a natureza, mas sou mais da fauna do que da flora. Amo o mar. Durmo de calça de pijama (ou cueca samba canção) e blusinha. E faço questão de combinar as peças. Tenho medo de que as pessoas que eu amo morram. Sou nostálgica e melancólica. Falo pelos cotovelos. Sou briguenta. Ainda penso em atropelar meus desafetos de adolescência. Só penso. Sou explosiva, mas só no momento. Passou, passou. Odeio que me acordem. Tenho saudade da minha barriga de grávida. Não dei embora nenhum par de meia ou sapato da Isa. Adoro Natal. Acreditei em Papai Noel até os 10 anos de idade, depois fingi que acreditava mais 2 anos, só pra ganhar um presente a mais. Sou fascinada pela Cleópatra. Acho que a década de 80 foi a melhor que existiu. Fico imaginando e filosofando teorias sobre Harry Potter. Quando fico ansiosa, não consigo dormir. Durmo até 14 horas seguidas, se deixarem. Adoro cães, mas me identifico mais com os gatos. A Zamin dorme na cama comigo. Sempre. Já fiz terapia de vidas passadas. Acredito em reencarnação. Peço perfume importado de presente pro Marido e depois não uso porque acho forte. Sou contra rodeio, carrocinha, e vivisecção. Não vivo mais sem internet e TV por assinatura. Meu pai foi goleiro do Palmeiras, em 1900 e bolinha. Minha mãe é professora. Quando não gosto de alguém, se vê na minha cara. Minha casa é azul por dentro, mas meu quarto é verde. Adoro borboletas. Um dia eu fujo com o Jon Bon Jovi. Adoro vinho, tequila e cerveja Bohemia. Odeio axé, sertanejo, pagode e funk. Comprei todos os Ursinhos Carinhosos pra Isa porque eu não tive quando era criança. Não vivo sem salto alto. Eu dirijo cantando e dançando, que nem doida. Sou de lua. Ou de veneta como diz minha mãe. Sempre me acho gorda. Fiz ballet até os 14 anos de idade. Daí enjoei. Sonho em ser Promotora de Justiça, mas tenho medo de não agüentar o tranco. Penso como seria minha vida se meu pai estivesse vivo hoje. Como a felicidade é feita de momentos, tento fazer o máximo de momentos felizes que posso....

 

Essa batata é da Denise. Se quiser, pega.



Escrito por Endora* às 12h58
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